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Como Escolher um Bom Vinho

Eu acho que existe um problema com o marketing do vinho, como também existe um problema com as legendas, definições e classificações, cada vez existe mais variedade e cada vez é mais um mistério o que compramos, por isso eu gostava de desmistificar um pouco e tentar clarificar os pontos que uma pessoa deve ter em conta para escolher um vinho.

Porque a escolha é algo importante, vinho não é um produto fixo no tempo, todas as garrafas são diferentes, vinho muda com o tempo, com a produção, com a vindima, com o local, com o transporte, logo quando bebes uma garrafa de vinho a não ser que compres exatamente a mesma garrafa do mesmo lote, essa garrafa é a primeira vez que vais beber e a ultima vez que vais beber, o que de certa forma é o charme de beber vinho porque é sempre uma experiência única.

Dai que vinhos misturados ou vinhos de marca são algo mais comum, porque estes são vinhos em que o énologo todos os anos vai tentar criar o mesmo sabor misturando castas e fazendo ajustes na produção, claro que isso não cria exatamente o mesmo vinho mas cria algo semelhante, o que é algo que eu vejo com bons olhos, neste género de vinhos se não gostas desse vinho então sabes que vai ser sempre o mesmo e não tens de comprar e se gostas bastante então perfeito, sabes sempre o que esperas.

Mas esse género de vinhos são uma percentagem pequena de todos os vinhos disponíveis, então como escolher um bom vinho?

Bem até provares não sabes, a escolha de um vinho acaba por ser guiada por fatores externos, o tipo, as castas, a legenda, a reputação de uma marca, o preço e a tua experiência com diferentes vinhos, dai que é muito útil saber separar a informação que é útil e relevante para essa escolha, da informação que na minha opinião só é fogo de vista.

Tipos de Vinhos

Claro que existe uma enorme variedade de vinhos, mas não existem assim tantos tipos e mesmo estes tendo subdivisões, não deixam de ser o primeiro ponto na escolha de um vinho,

Vinho Tinto – É uma bebida alcoólica feita a partir de uvas pretas ou vermelhas fermentadas. Este tende a ser um vinho com uma cor avermelhada intensa porque é feito com as cascas o que também cria um aroma mais intenso.

Vinho Branco – É uma bebida alcoólica feita a partir de uvas de qualquer cor fermentadas sem a pele (ou só com pele branca), este tende a ter uma cor pálida amarela, esverdeada até dourada. O aroma tende a ser mais suave e leve com menos taninos menos corpo.

Vinho Verde – É uma bebida alcoólica feita a partir de uvas de qualquer cor fermentadas, este tende a ter uma cor pálida amarela, esverdeada, mas existem variações com rosé ou tinto. Este é um vinho mais jovem e efervescente.

Vinho Rosé – É uma bebida alcoólica feita a partir de uvas pretas ou vermelhas fermentadas. No entanto este passa menos tempo com as cascas da uva, o que cria um vinho mais rosado. Este é um vinho mais leve, fresco e aromático, muitas vezes até com um toque efervescente.

Vinho Espumante – Também conhecido por Champanhe, se for um vinho espumante da região de Champanhe na França, este é um vinho com nível elevado de dióxido de carbono e logo bastante efervescente, É uma bebida alcoólica feita a partir de uvas de qualquer cor fermentadas. Este é um vinho normalmente branco bem efervescente o que cria uma característica ou dimensão extra, existindo diversas subdivisões de acordo com a doçura.

Vinho Fortificado – Também conhecido por vinho de sobremesa porque é habitualmente servido a sobremesa. É uma bebida alcoólica feita a partir de uvas de qualquer cor fermentadas e destiladas ou ao qual é adicionado álcool adicional o que cria vinhos mais alcoólicos que podem duram durante muito tempo, se concentrarmos mais mais do que isto entramos nos licores. Existe uma enorme diversidade em termos de aromas e estilos, sendo os mais conhecidos em Portugal o vinho do Porto, vinho da Madeira e o vinho Moscatel de Setúbal.

De notar que a minha divisão de tipos é muito centrada na produção de vinho em Portugal e logo para mim vinho verde é um tipo especifico de vinho, enquanto que noutro pais podem considerar que um vinho verde é um tipo de rosé branco ou vinho espumante fraco, da mesma forma que por exemplo na Itália um Prosecco pode ser um tipo especifico de vinho mas para mim é um tipo de vinho espumante tinto, ou os chamados vinhos ambar que para mim é apenas um tipo de vinho branco mais seco com um bom tanino.

Também é boa ideia também conhecer as características especificas do tipo de vinho, existem demasiadas para eu descrever aqui, mas por exemplo os espumantes estão divididos em termos de doçura, logo um espumante pode ser natural, extra bruto, bruto, seco, semi-seco, moscatel e por ai fora, logo saberes o tipo que gostas faz diferença ou nos vinhos do porto se este é ruby ou tawny o que são dois tipos drasticamente diferentes de vinhos do porto.

Outro exemplo são os vinhos verdes, que também podem também ser tintos ou rosé, então qual é a diferente entre um rosé e um vinho verde rosé? Bem pode não ser nenhuma, mas tu sabes que um vinho verde é um vinho jovem, frutado com um bom toque de gás e que muitos vinhos rosé são muito similares a esse perfil logo é esperado que um vinho verde rosé seja algo semelhante, talvez com um pouco mais gás e um pouco mais jovem e floral.

Diferentes Castas e Denominações de Origem de Vinhos

Outra boa ideia é memorizar algumas castas que gostes para fazeres escolhas mais ao teu gosto, não necessariamente as que eu digo em baixo que são as mais conhecidas, mas por exemplo uma das razões que a casta Pinot Noir é tão popular é porque esta tende a criar vinhos tintos super leves suaves e frutados com quase sem nenhum aspecto adstringente o que torna esta casta ideal para pessoas que gostam de vinhos mais leves e fáceis de beber ou vinhos como aperitivo para uma refeição, logo se vês um vinho Pinot Noir ou que tenha a combinação com Pinot Noir logo existe uma boa probabilidade de teres um vinho com essas caracteristicas, se gostas de vinhos rosé, és capaz de gostar de vinhos Pinot Noir é esse género de lógica a seguir.

Castas Populares de Uvas Tintas: Touriga Nacional, Baga, Castelão, Touriga Franca, Trincadeira, Riesling, Pinot Noir, Zinfandel, Syrah e Carbenet Sauvignon.

Castas Populares de Uvas Brancas: Alvarinho, Loureiro, Arinto, Encruzado, Bical, Fernão Pires, Moscatel, Malvasia Fina, Riesling, Pinot Gris, Sauvignon Blanc e Chardonnay.

Uma nota final sobre as castas é que existe uma tendência para vinhos de castas únicas em tintos, mas para brancos é mais comum misturar diversas castas para criar um vinho branco eu presumo que isso aconteça porque vinhos tintos como tendem a usar a casca têm naturalmente mais aromas e textura enquanto que os vinhos brancos como não usam a casca para criar aromas mais complexos o ideal é combinar algumas variedades diferentes de uvas.

O local da produção também é relevante para o resultado final, dai que as regiões dos vinhos e DOC (Denominações de Origem Controlada, um selo que garante a localização da produção do vinho) ajudam a dar uma segurança sobre a proveniência, logo se conheceres alguns dos vinhos de uma região podes claro inferir um pouco sobre os restantes vinhos da região, um vinho do Dão, mesmo sendo uma grande região com muitas diferenças tende a ser um vinho tinto, tende a ser um vinho com muito corpo, tende a ser um vinho envelhecido com bastantes taninos e um forte toque adstringente, isso quer dizer que todos os vinhos do Dão são assim, claro que não, mas muitos são e se gostas desse perfil, então sabes que é uma boa área para explorares.

Logo onde o vinho é feito e qual a casta ou castas usadas fazem bastante diferença, logo se criares na tua mente uns favoritos, vai ser sempre mais facil fazer uma escolha informada, nesse sentido a marca também tende a ser um bom indicador, mesmo que muitos produtores hoje em dia podem ter 20 marcas e logo acabam por sobrecarregar a qualidade da marca, e eu pessoalmente acho que marcas acabam por ser mais relevantes em vinhos misturados, vinhos espumantes ou vinhos fortificados, não deixa de ser relevante, se sabes que uma adega produz bom vinho, então as marcas dessa adega são bem capazes de ter bons vinhos.

Agora existem certas características que eu dou menos relevância, coisas como o ano da produção, porque mesmo sendo um ano bom não quer dizer que o vinho seja bom ou o contrário se o ano foi mau, se o desenho da etiqueta é moderno ou clássico, se a garrafa tem rolha de plástico ou cortiça (mesmo que… bem… cortiça não só é um produto renovável como é relativamente barato se querem poupar então vendam o vinho com roscas metálicas, em pacotes de leite ou latas, cada vez que apanho uma dessas rolhas de plástico ou aglomerado eu resmungo um pouco hehehe mas não levo a mal),  o estilo da garrafa ou o preço, porque o preço raramente define qualidade, na minha experiência, em média vinhos de 4 euros com as mesmas características vão ter a mesma qualidade que vinhos de 8 euros e isso sem contar com o gosto individual.

Legendas, Classificações, Marketing e Prémios de Vinhos

Esta é a pior parte para mim, porque está cheia de misticismos, marketing e falsas promessa, nunca viram uma cerveja ou vinho com a legenda na garrafa a dizer que ganhou 5 medalhas de ouro, 3 prémios, 2 fitas, 1 estrela? O que é que isso quer dizer?

Não quer dizer absolutamente nada, porque esses “prémios” não são a comparação de todas as cervejas ou vinhos de uma região, tipo, sitio ou pais inteiro, são uma seleção num tempo especifico com uns juízes específicos numa ocasião especifica, essa valoração não diz nada para além que nesse dia talvez era a melhor, isso é criar um prestigio falso e uma impressão de que é melhor, quando muitas cervejas nunca entram nesses concursos, muitas vezes porque têm de pagar para participar ou viajar para poder participar, o que é que isso diz da cerveja premiada? Nada de especial.

Nunca viram supermercados, marcas, companhias aéreas, lojas, bancos, etc a dizer que ganharam o prémio de melhor banco, de melhor supermercado, de companhia áerea  mais limpa, a marca com a melhor internet móvel, mas depois vais ver os prémios e são 30 prémios para bancos, logo todos os bancos vão ganhar um prémio, se não é o melhor é o mais rápido, o mais simpático, o que trás mais satisfação, toda a gente é premiada ou pior são criados com votos de uma revista ou site, logo a revista x deu o prémio do “público” do supermercado mais simpático, todas essas valorações e prémios são treta e na minha opinião para ignorar.

Fora disso, temos neste caso com os vinhos uma série de tipos e categorias que são atribuídas aos vinhos, todas estas usadas para identificar e claro valorizar o vinho, o problema é muitas são de definição ténue (e logo um vinho ter essa coisa ou não ter, dá no mesmo), definições que são diferentes de pais para pais, definições que não são monitorizadas por terceiros (logo são as adegas que “escolhem as melhores uvas” e que “envelhecem este tempo” e dão a si mesmo essa categoria) ou pior de tudo, pura fantasia de marketing.

Para esta lista vou pôr uma estrela ★ nas classificações e tipos que eu acho que ainda tem algum valor, mesmo que algumas dessas por vezes também podem enganar.

Reserva – A ideia original é de um vinho de melhor qualidade com uvas selecionadas, algo envelhecido, mas em Portugal o vinho só tem de ter 0,5% acima do grau alcoólico mínimo da região para ser considerado Reserva, na Espanha quer dizer um vinho que pelo menos passou algum tempo em carvalho e por ai fora, cada região a sua definição e logo a palavra Reserva perde a sua definição, sem contar que ter esse grau alcoólico ou estar um pouco mais envelhecido não torna um vinho melhor e em que sentido é que é uma reserva? Reserva do que?

Reservado – Não quer dizer nada, supostamente seria algo como um tipo de menos reserva? Em alguns países quer dizer vinho de mesa, logo… porque chamar de reservado?

Reserva Especial – Exatamente o mesmo que Reserva.

Grande Reserva – Ou Gran Reserva, em Portugal consiste em qualquer vinho de qualidade com 1% acima do grau alcoólico mínimo da região, em Espanha é mais tempo a envelhecer, volto a repetir, acaba por ser pouco relevante, porque para uns nons produtores pode-se até escolhe-se boas uvas e faz-se um bom vinho e para outros é só atingir esses mínimos e já podemos meter na legenda!

Velha Reserva – Em Portugal é um vinho Grande Reserva, mas de colheita única e envelhecido.

Superior – O mesmo que Grande Reserva, mas supostamente com melhores uvas? Não é isso que devia ser Reserva? Irrelevante…

★ Garrafeira – Em Portugal quer dizer um vinho que foi envelhecido em barril e na garrafa o que é positivo saber, mas em outros países pode querer dizer outras coisas, o que volta a ser menos positivo no geral.

Colheita Selecionada – O mesmo que Grande Reserva em Portugal mas para uma colheita de um ano especifico, não devia ser chamada de Reserva Selecionada?

Selecionado – Não quer dizer nada.

★ Vintage – Isso quer dizer um vinho proveniente de um ano especifico, em Portugal isso também pressupõe melhor qualidade das uvas, por vezes com o vinho do Porto isso confunde-se com anos vintage ou clássicos, isso são anos em que a maioria dos produtores declaram que as uvas foram de elevada qualidade, mas isso não quer dizer que todos os vinhos desse ano sejam vintage ou que um vinho do Porto vintage seja de qualidade.

LBV (Late Bottled Vintage) – É um tipo de vinho do porto, que é produzido só de 1 ano, de uma ou várias colheitas que é envelhecido mais tempo no barril (4 a 6 anos em vez dos normais 18 meses) antes de ser engarrafado, a ideia é que assim tens um vinho do porto mais envelhecido que não vai envelhecer  mais na garrafa, logo que podes beber agora sem teres de esperar para envelhecer, mas hoje em dia um LBV perdeu um pouco a sua definição, porque cada produtor é que decide quanto tempo é que vai envelhecer e como vai produzir, logo nunca sabes se o resultado final é bom ou assim assim, não existe definição.

Premium – Um vinho supostamente de melhor qualidade ou um lote especifico ou uma colheita especifica de melhor qualidade, não quer dizer nada.

★ Casta Única – Como o nome diz, é um vinho que só usa uma casta.

Colheita – Vinhos de uma só colheita? Não sei se esta definição quer dizer que define um ano especifico de colheita ou uma colheita especifica de um lugar (muitas vezes para uma adega uma colheita envolve diversos sítios e diversas castas) ou só uma casta especifica, é confuso, pouco definido e logo irrelevante!

Medalhas e Prémios – Eu diria que a maior parte do tempo são irrelevante, só em casos muito específicos é que podem ter relevo, por exemplo um vinho do Porto guardado em pipas por uns 40 anos, que é aberto, engarrafado e é premiado em diversos provas e concursos, provavelmente é um bom vinho, claro que não quer dizer que seja o melhor!

Escolha e Grande Escolha – Vinho de … suposta melhor qualidade, sendo a grande escolha o vinho de qualidade que representa melhor esse ano… o que é que isso quer dizer? Irrelevante…

Escolha do Público – O mesmo que escolha mas pelo público, irrelevante.

Novo – Em principio vinhos com menos de 1 ano de idade, têm de ter a data no rótulo.

Velho – Em Portugal são vinhos que foram envelhecidos com álcool mínimo de 11,5%, ok…

★ DOC (Denominação de Origem Controlada) – Selo governamental que demonstra que o vinho foi produzido numa região especifica com as regras especificas dessa região.

Esta lista nem sequer está completa, mas acho que dá uma boa impressão sobre características que podem ser relevantes e as irrelevantes, também nota que estas são as regras em Portugal, em outros países as mesmas denominações podem ser diferentes o que torna muitas destas legendas ainda mais irrelevantes.

Também é importante notar que lá por um vinho ser um vintage, velho, grande reserva, premium com um selo de qualidade, Grande Escolha dos supermercados Continente, 3 estrelas de ouro não quer dizer que o vinho seja mau, longe disso, apenas que tem agarrado a ele um marketing abusivo e muita treta, tens de tu tirar as conclusões disso. Como também eu dei uma estrela a característica de vintage, mas eu já bebi bastantes vinhos vintage que eram uma desgraça, lá por ser vintage não quer dizer que é bom.

Nesse sentido também gostava de notar que eu aprovo quando as legendas de uma garrafa tentam descrever o vinho e fazer recomendações, mesmo quando depois de provar o vinho eu não concordar com a legenda, pelo menos os produtores estão a tentar informar um pouco sobre o produto, um produto que é pela sua natureza difícil de definir e comparar e isso é sempre positivo, muito mais do que adicionar características dúbias como Reserva ou Premium.

Também em vinhos portugueses a marca ser em português e a legenda em português e depois em outras línguas é uma excelente ideia, claro que ter vinhos portugueses com marcas estrangeiras sem nenhuma legenda em português como já vi bastantes é dar tiros nos pés, não só desprestigiam a língua, como o vinho e a região onde estão inseridos, não que vinho português seja só para portugueses ou vinho italiano para os italianos, mas o vinho representa o pais e eu acho que é um sinal de qualidade num vinho quando se preza pela lugar onde é feito (com exceções, claro, como nos vinhos do Porto, porque razões históricas).

Noções Extras sobre Vinhos

Só porque se usa uvas pretas, não quer dizer que o vinho seja tinto, a cor do vinho tinto vem da pele da uva, dai que um vinho Rosé leva uvas preas mas para criar a cor mais pálida não existe tanta concentração da pele da uva ou o mosto é filtrado mais cedo para o liquido não passar tanto tempo com a pele, logo pode-se fazer um muito bom vinho branco com uvas pretas, mesmo que o menor contacto com a pele vai criar um vinho com menos taninos mas também com menos corpo e dimensão, como exemplo a casta Pinor Noir é muitas vezes usada para fazer espumantes brancos.

Também de notar que dependendo do pais pode-se chamar de vinho a muitas outras bebidas alcoólicas, como vinho de arroz, vinho de mel ou vinho de frutas. Para facilitar este artigo é só sobre o vinho feito com uvas fermentadas, aliás porque muitas destas bebidas têm nomes específicos e muitas das vezes foi adicionada a palavra de “vinho” ou “wine” em inglês a todas as bebidas com álcool por uma falta de nomenclatura anglófona, ie em vez de chamar de “mead” (medu ou meodu) chamaram de vinho de mel em vez de chamar de sake chamaram de vinho de arroz.

Ufa, já está, este artigo demorou bastante tempo a criar, espero que tenham gostado e se têm mais algumas ideias para partilhar digam nos comentários, se eu escrevi alguma coisa errada, digam da vossa justiça também nos comentários e se quiserem que eu fale mais do assunto, ou sobre vinhos especificos ou castas… hehehe claro digam também nos comentários heheh e até a próxima!

2 Comentários

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    • Ainda bem que gostaste, sim, alguns destes artigos dão uma trabalheira porque mesmo sabendo algo ou até muito sobre o assunto eu quero ser sempre exato e honesto, por isso tenho que pesquisar bastante, ver se o que estou a dizer é correcto e depois escrever tudo hahaha, mas o melhor de tudo é que tu, eu e toda a gente acaba por aprender algo de novo!

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